domingo, 4 de setembro de 2016
A Sexualidade e a Força Criativa do Espírito
Para compreender a relação da sexualidade e a força criativa do Espírito, temos que aprofundar os estudos das mensagens contidas na Codificação, nas obras subsidiárias, e por autores diversos que pesquisam o assunto sob o ponto de vista espiritual.
André Luiz, no livro “Evolução em Dois Mundos”, Cap. 6, descreve informações importantes, sobre o aparecimento da função sexual na Terra: “...Durante um longo tempo, bactérias e células foram experimentadas em reprodução orgânica (sem gametas, isto é, assexuadas). Após esse período um determinado grupo passa a exibir no seu interior qualidades magnéticas positivas e negativas, que surgem desencadeadas por Orientadores Espirituais e acrescenta: "pressente-se a evolução animal em vésperas de nascer".
E com o desenvolvimento da sexualidade e o aparecimento dos seres humanos, sob a ação dos Espíritos Superiores, surge a necessidade do povoamento da Terra.
No seu livro "Forças Sexuais da Alma", Jorge Andréa, um grande pesquisador da fisiologia da Alma e da natureza do espírito, aborda a questão: "...Não podemos fazer confusão com atividades sexuais ligadas aos órgãos físicos e as energias sexuais que carregamos em nosso Espírito. Embora, as atividades sexuais na periferia sejam orientadas por essas forças do Espírito que denominamos "forças criativas". Essas forças são usadas para criar as coisas belas e úteis ou inferiores também. A arte, a literatura, a música, os impulsos para o bem, etc.”
É importante conhecer essa força criativa e analisar o processo mente/espírito e o arcabouço das experiências pretéritas para compreendermos as bases das nossas ações, sentimentos, tendências e convivências na encarnação presente.
Jorge Andréia separa em três zonas, as camadas do consciente e do inconsciente, de uma forma mais didática e de fácil compreensão:
1ª) Zona do Inconsciente Puro.
“Centro da vida, ponto de partida das energias diretivas do Espírito a distribuir-se por toda a estrutura do psiquismo. É uma zona inatingível por qualquer dos métodos psicológicos em vigor. Representaria a zona do autêntico Eu, com características de campo dimensional de energias tão específicas que, por seu intermédio, haveria a possibilidade de pensar-se que o "fluido universal" (elaboração do pensamento divino) aí encontrasse a porta de penetração e, consequentemente, de orientação e abastecimento das inesgotáveis vibrações divinas para os seres. Seria uma zona quintessenciada, faixa de nascimento das energias criativas do próprio psiquismo, a ponte de comunicação e local de canalização da Grande Lei da Vida; As energias criativas dessa zona, que nomeamos de inconsciente puro, distribuem, com ordem e precisão, os necessários impulsos nutridores para a camada que imediatamente lhe segue, por nós denominada de inconsciente passado ou arcaico. Esta, por sua vez, orientaria a que lhe sucede e, assim por diante, até o corpo físico. Desse modo, o Centro da Vida, a fonte criativa estaria, com seu inteligente direcionamento, nas células físicas orientando os processos bioquímicos, porém com energias perfeitamente adaptadas pelas respectivas filtragens que as camadas dimensionais do psiquismo podem oferecer.”
2ª) Zona Inconsciente Passado ou Arcaico
“É a camada que circunda a do inconsciente puro e onde estariam sedimentadas todas as experiências que determinado ser vivenciou através dos evos. Aí encontraremos os "núcleos” desses arquivos que, pela sua intensa atividade, denominamos de núcleos em potenciação; poderíamos nomeá-los, em pensamento de Jung, de arquétipos. Quanto mais vivenciou determinado ser, maior o lastro dessas fontes vibratórias pelo mecanismo incorporativo; nessa absorção e devida metabolização da mecânica psíquica, os arquivos do Espírito, aí situados, sempre se expressarão numa posição de unificação e totalidade sob forma de aptidões. Assim, os alicerces das experiências acumuladas transformam-se em aptidões, que poderão ser, cada vez mais, buriladas, ampliadas e melhoradas, na medida em que a evolução individual se for afirmando. Desses núcleos em potenciação partirão energias que percorrerão as diversas camadas do psiquismo até esbarrar no paredão das células físicas, especificamente em seus núcleos, impulsionando e direcionando o laboratório do código genético. Seria esse o modo pelo qual as forças do Espírito intervêm na organização física?”
3ª) Zona do Inconsciente Atual ou Presente
“Esta terceira zona de revestimento representaria uma região cujas funções psicológicas, por se encontrarem bem próximas da zona física, mais facilmente mostram parte dessa dinâmica já mais bem percebida pela zona consciente. É a zona onde os conflitos do psiquismo, sob forma de neuroses, mais facilmente derramam-se na zona consciente, natural canal de derivações. Diante dessa apresentação diríamos, de modo lógico, que é no inconsciente passado, onde os vórtices energéticos do Espírito se encontram enraizados, a absorverem experiências da zona consciente e, por processo inverso, com possibilidade de nutrirem os mecanismos da vida material. Essas fontes inesgotáveis de energia espiritual, pela condição de constante vibração, nos levaram a denominá-las núcleos em potenciação. E os correspondentes na periferia (células do corpo físico), os elementos onde os vórtices desses núcleos pudessem encontrar receptividade como se fora uma tela captativa, seriam os genes dos cromossomos. Estamos a ver que o psiquismo, nessa hipótese de trabalho, teria correlações, canais de entrosamento entre o Espírito e a matéria. A fim de que esses campos consigam, entre si, entrosagem e sintonia deverão ser adaptados pelas diversas mudanças dimensionais que as camadas do psiquismo devem apresentar. Quanto mais na periferia, na zona corpórea, mais densificação, quanto mais no centro, na zona espiritual, mais quintessência pela pureza dimensional. Ainda poderíamos acrescentar no esquema do psiquismo o corpo mental envolvendo o inconsciente atual. Quanto a esta camada ou campo temos que nos louvar nas informações espirituais, porquanto não existem possibilidades de conhecimento dessa zona pelos seus reflexos na zona consciente.
Pelo que nos fala André Luiz (entidade espiritual), ela representa o envoltório sutil da mente. Poderíamos dizer que nessa região, possivelmente, o perispírito encontre seus alicerces. A camada intermediária que poderá oferecer todas essas condições de adaptação, entre centro espiritual e periferia corpórea, seria o psicossoma ou perispírito. É na rede perispiritual que os canais do psiquismo encontram os autênticos caminhos de entrosagem de energia”.
No seu livro “Visão Espírita das Distonias Mentais”, ele diz: “...podemos considerar o inconsciente atual (ou presente) também funcionando como filtro entre as regiões nobres do Espírito e os campos mais externos do psiquismo.
Para quem ainda não está muito acostumado, com os termos utilizados nas obras da Codificação, Allan Kardec e os espíritos, definiram novas palavras, para diferenciar conceitos da sua época, já que a obra corria sério risco de interpretação. Uma delas é a palavra “quintessência”, termo pouco conhecido naquela época, e provavelmente, melhor aceito e compreendido nos dias de hoje, que sugere uma ideia daquilo que os espíritos desejavam informar. Eles tinham o cuidado de não utilizar a mesma definição para coisas diferentes.
E muito provavelmente, a definição de Quintessência utilizada no período de Kardec, vem da Cosmológica: dos Gregos:
Segue informação do Dicionário: "A ideia de uma Quintessência (ou 5º elemento) como um tipo especial de matéria que preenche o cosmos foi introduzida pelos gregos. Na Cosmologia Aristotélica, por exemplo, o Universo seria finito, estático e formado por cinco elementos primordiais: água, ar, terra, fogo e Quintessência. O 5º elemento seria uma substância diferente das outras; transparente, inalterável e imponderável; uma matéria prima que formaria a lua, os planetas, o sol e as estrelas".
"A Quintessência é um elemento essencial para tornar o modelo cosmológico grego consistente. Pela concepção grega, os elementos pesados devem cair para o seu lugar natural (o centro da terra), mas a lua mesmo parecendo pesada não cai. Isso explica a origem da Quintessência como formadora dos corpos celestes. A luz do renascimento científico e da revolução newtoniana, podemos afirmar que a Quintessência surgiu para resolver um problema de aceleração; um conceito que permitiria “sustentar" a lua e os demais corpos celestes em suas órbitas". (ver: Dicionário Informal)
Se estudamos a existência do Espírito, a sua energia criativa e a sua relação na Matéria, não podemos deixar de falar do Criador e as Leis que regem o Universo. Na primeira questão de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec pergunta aos espíritos “Que é Deus?”, não mais dentro da visão Antropomórfica de “Quem é Deus” (a imagem e semelhança dos Homens), mas de um Criador, Inteligência Suprema Causa primária de todas as coisas, que revela as Leis que regem todo o Universo, tendo como princípio As Leis Universais, entre elas de que os Espíritos foram criados, simples e ignorantes, mantendo a sua individualidade no exercício pleno do Livre arbítrio.
Dentro dessa compreensão, não podemos julgar a condição sexual, evolutiva de nenhum espírito encarnado e suas necessidades e escolhas, sem analisar todo o arcabouço espiritual.
Se Deus criou os Espíritos iguais, simples e ignorantes, e neles não existe essa diferenciação sexual (essa informação está contida em “O Livro dos Espíritos” questão 200, na pergunta formulada por Allan Kardec), precisamos compreender que ele é o responsável por sua trajetória, exercitando a energia criativa da forma que lhe cabe, segundo suas necessidades e entendimento. E na Lei de Causa e Efeito, os espíritos tem total liberdade para aprender, reparar, experimentar, equilibrar, desenvolver, aprimorar suas forças à caminho da Evolução. Lembrando somente, que cada ação do espírito em uma existência, tem a relação direta com a reação nessa ou em outra existência.
Para finalizar, segue os ensinamentos do Espírito Emmanuel, quanto à aplicação do sexo. No livro “Vida e Sexo”, umas das obras mais completas sobre o assunto, encontramos já na Introdução:
"...E para não nos delongarmos em considerações desnecessárias, concluiremos que, em torno do sexo, será justo sintetizarmos todas as digressões nas normas seguintes: Não proibição, mas educação. Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo. Não indisciplina, mas controle. Não impulso livre, mas responsabilidade. Fora disso, é teorizar simplesmente, para depois aprender ou reaprender com a experiência. Sem isso, será enganar-nos, lutar sem proveito, sofrer e recomeçar a obra da sublimação pessoal, tantas vezes quantas se fizerem precisas, pelos mecanismos da reencarnação, porque a aplicação do sexo, ante a luz do amor e da vida, é assunto pertinente à consciência de cada um."
•Bibliografia:
Xavier, Francisco Cândido - André Luiz, Evolução em Dois Mundos, 15ª ed.: FEB Boletim Médico Espírita, outubro 1987.
Andréa, Jorge - "Palingênese, a Grande Lei". Editora Caminho da Libertação. 2ª edição, 1980, Rio de Janeiro.
Andréa, Jorge - "Energética do Psiquismo". Fronteiras da Alma. Editora Caminho da Libertação. 2ª edição, 1978, Rio de Janeiro.
Andréa, Jorge - “As Forças Sexuais da Alma”, Publicação original 1998. Ed. FEB.
Kardec. Allan -“O Livro dos Espíritos” II parte Cap. 1º, 76º a 83º
Ciclo de Estudos sobre a obra Evolução em Dois Mundos. Emmanuel (Vida e Sexo – 21 Homossexualidade)
Bíblia (Mt VII 1-2): Não julgueis, para não serdes julgados, pois sereis julgados da mesma maneira como julgardes aos outros; e se usará para convosco, da mesma medida com que medirdes a eles".
Sobre
a Autora:
MagaliBischoff (São
Paulo/SP)
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
terça-feira, 16 de agosto de 2016
A FAMA DE RICO
A
FAMA DE RICO
<<
Hilário Silva >>
O
coronel Manoel Rabelo, influente fazendeiro no Brasil Central, fora
acometido de paralisia nas pernas.
Vivia
no leito, rodeado pelos filhos atentos. Muito carinho. Assistência
contínua.
No
decurso da doença veio a conhecer a Doutrina Espírita, que lhe
abriu novos horizontes à vida mental.
Pouco
a pouco desprendia-se da ideia de posse. Para que morrer com fama de
rico? Queria agora a paz, a bênção da paz.
Viúvo,
dono de expressiva fortuna e prevendo a desencarnação próxima,
chamou os quatro filhos adultos e repartiu entre eles os seus bens.
Terras,
sítios, casas e animais, avaliados em seis milhões de cruzeiros,
foram divididos escrupulosamente.
Com
isso, porém, veio a reviravolta. Donos de riqueza própria, os
filhos se fizeram distantes e indiferentes.
Muito
embora as rogativas paternas, as visitas eram raras e as atenções
inexistentes.
Rabelo,
muito triste e quase completamente abandonado, perguntava a si mesmo
se não havia cometido precipitação ou imprudência.
Os
filhos não eram espíritas e mostravam irresponsabilidade completa.
Nessa
conjuntura, apareceu-lhe antigo e inesperado devedor. O Coronel
Antônio Matias, seu amigo da mocidade, veio desobrigar-se de
empréstimo vultuoso, que havia tomado sob palavra, e pagou-lhe dois
milhões de cruzeiros em cédulas de contado.
Na
presença de dois filhos, Rabelo colocou o dinheiro em cofre forte,
ao pé da cama.
Sobreveio
o imprevisto. Os quatro filhos voltaram às antigas manifestações
de ternura.
Revezavam-se
junto dele. Papas de aveia. Caldos de galinha. Frutas e vitaminas.
Mantinham
os cobertores quentes e fiscalizavam a passagem do vento pelas
janelas.
Raramente
Rabelo ficava algumas horas sozinho.
E,
assim, viveu ainda dois anos, desencarnando em grande serenidade.
Exposto
o cadáver à visitação pública, fecharam-se os filhos no quarto
do morto e, abrindo aflitamente o cofre, somente encontraram lá um
bilhete escrito e assinado pela vigorosa letra paterna, entre as
páginas de surrado exemplar de “O
Evangelho segundo o Espiritismo”.
O
papel assim dizia: - Meus filhos, Deus abençoe vocês todos.
O
dinheiro que me restava distribuí entre vários amigos para obras
espíritas de caridade.
Lego,
porém, a vocês, o capítulo décimo quarto de "O
Evangelho Segundo o Espiritismo".
E
os quatro, extremamente desapontados, leram a legenda que se seguia:
“Honrai
a vosso pai e a vossa mãe. — Piedade filial.”
=
= = = = = = = = = =
<< do livro: “Almas em Desfile”, de Hilário Silva, psicografia dos médiuns
Waldo
Vieira e Francisco Cândido Xavier >>
domingo, 14 de agosto de 2016
A Crise da Morte
O
leitor refere-se à obra A
Crise da Morte,
de Ernesto Bozzano, que foi objeto de estudo metódico e sequencial
nas edições n. 1 a 8 desta revista. Eis o link que remete à parte
inicial desse estudo:
No livro, Bozzano fornece-nos 20 informações ou detalhes (como ele preferiu chamar), que dividiu em duas categorias: detalhes fundamentais (12 detalhes) e detalhes secundários (8 detalhes).
Eis
os doze
detalhes fundamentais pertinentes à crise da morte, referidos por
Ernesto Bozzano:
1.
Os Espíritos se encontram novamente, na vida espiritual, com a forma
humana.
2.
Todos eles, após a morte, ignoram durante algum tempo que estão
mortos.
3.
Eles passam, no curso da crise pré-agônica, ou pouco depois, pela
prova da reminiscência dos acontecimentos da existência ora
encerrada.
4.
Todos eles são acolhidos no mundo espiritual pelos Espíritos das
pessoas de suas famílias ou de seus amigos mortos.
5.
Quase todos passam, após a morte, por uma fase mais ou menos longa
de "sono reparador".
6.
Todos se acham num meio espiritual radioso e maravilhoso (no caso de
mortos moralmente normais) e num meio tenebroso e opressivo (no caso
de mortos moralmente depravados).
7.
Todos reconhecem que o meio espiritual é um novo mundo objetivo,
real, análogo ao meio terrestre espiritualizado.
8.
Eles aprendem que isso se deve ao fato de que, no mundo espiritual, o
pensamento constitui uma força criadora, por meio da qual o Espírito
existente no "plano astral" pode reproduzir em torno de si
o meio de suas recordações.
9.
Todos ficam sabendo que a transmissão do pensamento é a forma da
linguagem espiritual, embora certos Espíritos recém-chegados se
iludam e julguem conversar por meio da palavra.
10.
Eles verificam que, graças à faculdade da visão espiritual, se
acham em estado de perceber os objetos de um lado e outro, pelo seu
interior e através deles.
11.
Todos eles aprendem que podem transferir-se temporariamente de um
lugar para outro, ainda que muito distante, por efeito apenas de um
ato da vontade, podendo também passear no meio espiritual ou voejar
a alguma distância do solo.
12.
Os Espíritos dos mortos gravitam fatalmente e automaticamente para a
esfera espiritual que lhes convém, por virtude da "lei de
afinidade". (A
Crise da Morte, pp. 163 a 166.)
E
aqui estão os oito
detalhes
secundários colhidos por Bozzano:
1.
Os defuntos dizem que os Espíritos dos mortos a quem nos ligamos em
vida intervêm para acolher e guiar os recém-desencarnados, antes
que se inicie o "sono reparador".
2.
Os Espíritos, ao observarem seus cadáveres no leito de morte,
geralmente falam de um "corpo etéreo" que se condensa
acima do "corpo somático", fato que é confirmado pelos
videntes.
3.
Eles dizem que, assim como não existem pessoas absolutamente
idênticas no mundo dos vivos, o mesmo se dá no mundo espiritual, de
modo que as condições verificadas no trespasse não são exatamente
as mesmas para todos.
4.
Embora os Espíritos tenham a faculdade de criar mais ou menos bem,
pela força do pensamento, o que lhes seja necessário, quando se
trata de obras complexas e importantes a tarefa é confiada a grupos
de Espíritos que nisso se especializaram.
5.
Quando dominados por paixões humanas, os Espíritos se conservam
ligados ao meio onde viveram, por um lapso de tempo mais ou menos
longo. Não podendo, assim, gozar do benefício do sono reparador,
esses Espíritos persistem na ilusão de se julgarem vivos e
tornam-se, muitas vezes, Espíritos "assombradores" ou
"perseguidores".
6.
No mundo espiritual, os Espíritos inferiores não podem perceber os
que lhes são superiores, devido à diversidade das tonalidades
vibratórias de seus "corpos etéreos".
7.
As dilacerantes crises de dor, que frequentemente se produzem junto
dos leitos de morte, são penosas para os Espíritos dos defuntos e
os impedem de entrar em relação com as pessoas que lhes são caras,
retendo-os no meio terrestre.
8.
Os Espíritos afirmam, por fim, que, quando se encontram sós e
tomados de perplexidades de toda sorte, percebem uma voz que lhes
chega de longe e os aconselha sobre o que fazer: trata-se da voz
vinda de Espíritos amigos que, percebendo de modo telepático os
seus pensamentos, apressam-se em lhes transmitir conselhos. (Obra
citada, pp. 167 a 170.)
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Música: A Casa do Caminho
Linda canção-hino da CECAC-Célula Espírita Casa do Caminho, presente na comunidade de Tabuba dos Martins, em São Gonçalo/CE, vinculada ao CEJE- Centro Espírita João, O Evangelista, de Fortaleza/CE.
Música de Tarcísio José de Lima, voz e violão de Daniel Sobral.
Música de Tarcísio José de Lima, voz e violão de Daniel Sobral.
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